Depois que assisti Entrando Numa Fria Maior Ainda Com a Família (odeio falar esse título inteiro), me indignei com os tradutores de títulos de filmes. O que esses caras têm na cabeça que os fazem pensar que tem o direito de estragar o título de um filme? Eu sei que várias pessoas já escreveram sobre o assunto, mas gostaria de dar a minha opinião sobre isso.
Não é a primeira vez que me irrito com essas traduções:
- Vampires Suck = Os Vampiros Que Se Mordam
- The Time Traveler’s Wife = Te Amarei Para Sempre
- The Hangover = Se Beber, Não Case
- Ocean’s Eleven = Onze Homens e Um Segredo (qual é o grande segredo de George Clooney e companhia? Que eles são ladrões todo mundo sabe)
e o soco no pâncreas:
- Elizabethtown = Tudo Acontece em Elizabethtown (qual é o tudo que acontece em Elizabethtown?)
Por que não “Vampiros Não Prestam”? Ou “A Ressaca”? Ou “A Mulher do Viajante do Tempo”? Ou “Elizabethtown”?
Títulos tão simples de traduzir viram bizarrices nas mãos dos tradutores brasileiros. E não são só as traduções dos títulos, mas os subtítulos que resolvem acrescentar:
- Moulin Rouge = Moulin Rouge: Amor em Vermelho
- Jurassic Park = Jurassic Park: Parque dos Dinossauros (porque colocar a tradução do filme logo depois do título?)
- Underworld = Anjos da Noite: Underworld (aqui resolveram inovar invertendo tudo)
Ainda bem que não resolveram colocar um subtítulo em Titanic. O que poderia vir? “Titanic: Amor aos Sete Mares”??? Pelo amor de Deus. (essa piada foi da minha irmã, então palmas para ela!)
Antes de o terceiro filme da franquia Entrando Numa Fria ganhar aquela porcaria de título/subtítulo, o nome era “Entrando Numa Fria Com as Crianças”. Por que não mantiveram esse título? Por que tiveram que colocar o título do segundo filme mais um outro subtítulo para dar a ideia de um terceiro (as pessoas já sabiam que era um terceiro filme)?
Espero que ocorra logo uma renovação entre os tradutores, ou que eles parem de pensar que nós somos burros e não sabemos distinguir o título de um filme. Se isso não acontecer, será difícil aturar as próximas bizarrices.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
"Traduções" de Filmes
Depois que assisti Entrando Numa Fria Maior Ainda Com a Família (odeio falar esse título inteiro), me indignei com os tradutores de títulos de filmes. O que esses caras têm na cabeça que os fazem pensar que tem o direito de estragar o título de um filme? Eu sei que várias pessoas já escreveram sobre o assunto, mas gostaria de dar a minha opinião sobre isso.
Não é a primeira vez que me irrito com essas traduções:
- Vampires Suck = Os Vampiros Que Se Mordam
- The Time Traveler’s Wife = Te Amarei Para Sempre
- The Hangover = Se Beber, Não Case
- Ocean’s Eleven = Onze Homens e Um Segredo (qual é o grande segredo de George Clooney e companhia? Que eles são ladrões todo mundo sabe)
e o soco no pâncreas:
- Elizabethtown = Tudo Acontece em Elizabethtown (qual é o tudo que acontece em Elizabethtown?)
Por que não “Vampiros Não Prestam”? Ou “A Ressaca”? Ou “A Mulher do Viajante do Tempo”? Ou “Elizabethtown”?
Títulos tão simples de traduzir viram bizarrices nas mãos dos tradutores brasileiros. E não são só as traduções dos títulos, mas os subtítulos que resolvem acrescentar:
- Moulin Rouge = Moulin Rouge: Amor em Vermelho
- Jurassic Park = Jurassic Park: Parque dos Dinossauros (porque colocar a tradução do filme logo depois do título?)
- Underworld = Anjos da Noite: Underworld (aqui resolveram inovar invertendo tudo)
Ainda bem que não resolveram colocar um subtítulo em Titanic. O que poderia vir? “Titanic: Amor aos Sete Mares”??? Pelo amor de Deus. (essa piada foi da minha irmã, então palmas para ela!)
Antes de o terceiro filme da franquia Entrando Numa Fria ganhar aquela porcaria de título/subtítulo, o nome era “Entrando Numa Fria Com as Crianças”. Por que não mantiveram esse título? Por que tiveram que colocar o título do segundo filme mais um outro subtítulo para dar a ideia de um terceiro (as pessoas já sabiam que era um terceiro filme)?
Espero que ocorra logo uma renovação entre os tradutores, ou que eles parem de pensar que nós somos burros e não sabemos distinguir o título de um filme. Se isso não acontecer, será difícil aturar as próximas bizarrices.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Globo de Ouro 2011
Em uma cerimônia na qual o apresentador Ricky Gervais fez um trabalho bacana, mas que não conseguiu superar o ano passado (Robert Downey Jr. esteve cinco minutos no palco e fez as pessoas rirem muito mais), A Rede Social foi o grande vencedor da noite. O filme levou quatro dos seis Globos de Ouro que estava disputando: Filme – Drama, Diretor (David Fincher), Roteiro (Aaron Sorkin) e Trilha Sonora (Trent Reznor e Atticus Ross).
Isso quer dizer que o filme de David Fincher já pode ser considerado o grande favorito para o Oscar? Sim, senhoras e senhores, podem considerar isso. Por que? Bem, diferente do ano passado quando Guerra ao Terror e Avatar disputaram prêmios até o final, A Rede Social vem ganhando quase todos os prêmios aos quais está sendo indicado. É algo parecido com aquilo que Quem Quer Ser um Milionário? fez em 2009. Por mais que digam que o Oscar não está definido, eu acho que está mais do que definido.
David Fincher é um diretor que já deveria ter sido reconhecido há anos, então chegou a hora dele. O roteirista, Aaron Sorkin (que, na minha opinião, é um dos melhores em atividade), é outro cara que merecia prêmios há tempos. E o filme é excelente, não há como negar isso.
A minha torcida por A Origem não acabou, mas está se confirmando inútil. A vitória de A Rede Social é, agora, óbvia. Mas se é para A Origem perder, que seja para um filme tão bom quanto.
Vamos falar dos outros prêmios. Em Filme – Comédia/Musical o grande vencedor foi Minhas Mães e Meu Pai. O filme também levou Melhor Atriz – Comédia/Musical, para Annette Bening.
Melhor Ator – Drama o vencedor foi Colin Firth, por O Discurso do Rei. O ator também demonstra ser o cara a ser batido no Oscar. Assim como Natalie Portman, que venceu Atriz – Drama, por Cisne Negro, e confirma seu favoritismo.
Ator e Atriz Coadjuvantes vieram do mesmo filme. Christian Bale e Melissa Leo levaram os prêmios por O Vencedor. Bale confirmou seu favoritismo, mas a categoria de Leo ainda está bem disputada.
Agora, vou falar da categoria mais óbvia de todas: Animação. Quem não sabia que Toy Story 3 iria ganhar? Eu já disse isso várias vezes, mas vou dizer de novo: merece estar entre os dez indicados ao Oscar de Melhor Filme.
Para fechar a parte de cinema, vale lembrar que tivemos a homenagem ao GRANDE Robert De Niro. O ator recebeu o prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua riquíssima carreira, cheia de personagens memoráveis, como Travis Bickle de Taxi Driver, ou o jovem Vito Corleone em O Poderoso Chefão 2. É um dos melhores atores de todos os tempos.
Na parte de televisão, quero fazer um pequeno comentário. Fiquei feliz demais ao ver Jim Parsons ganhar Melhor Ator em Série – Comédia/Musical. The Big Bang Theory é uma das séries mais engraçadas que já assisti, e Sheldon Cooper é um dos personagens mais hilários que já vi.
Abaixo, a lista com os vencedores da parte de cinema:
Melhor Filme (Drama):
A Rede Social
Melhor Filme (Musical/Comédia):
Minhas Mães e Meu Pai
Melhor Direção:
David Fincher, A Rede Social
Melhor Ator (Drama):
Colin Firth, O Discurso do Rei
Melhor Atriz (Drama):
Natalie Portman, Cisne Negro
Melhor Ator (Musical/Comédia):
Paul Giamatti, Minha Versão Para o Amor
Melhor Atriz (Musical/Comédia):
Annette Bening, Minhas Mães e Meu Pai
Melhor Ator Coadjuvante:
Christian Bale, O Vencedor
Melhor Atriz Coadjuvante:
Melissa Leo, O Vencedor
Melhor Roteiro:
Aaron Sorkin, A Rede Social
Melhor Animação:
Toy Story 3
Melhor Filme Estrangeiro:
In a Better World (Dinamarca)
Melhor Trilha Original:
Trent Reznor e Atticus Ross, A Rede Social
Melhor Canção Original:
“You Haven’t Seen The Last of Me” (Burlesque)
Como diriam os Looney Tunes: “Isso é tudo, pessoal!”. Até o Oscar!!!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Entrando Numa Fria Maior Ainda Com a Família
A família de Entrando Numa Fria foi aumentando a cada filme. Se no primeiro vimos o enfermeiro Greg Focker (ou como a triste tradução colocou: Fornika) conhecendo os pais de sua futura esposa, no segundo foi a vez de ele apresentar seus pais. Agora, neste terceiro filme, somos apresentados às pessoas que estavam faltando: os filhos do casal Focker.
Em Entrando Numa Fria Maior Ainda Com a Família (tenho cada vez mais certeza de que os tradutores brasileiros têm qualquer coisa na cabeça, exceto inteligência), vemos como anda a vida de Greg e sua família. Depois das várias confusões que passou nos dois filmes anteriores, o enfermeiro agora é cotado por Jack para ser o próximo chefe da família (ou Godfocker, como o sogrão o chama), depois que este sofre um infarto. Com isso, Greg tenta mostrar de todas as formas que é capaz de liderar a família Byrnes-Focker. Mas, é claro, que isso trará mais confusões, incluindo uma incerteza quanto a fidelidade de Greg.
Pelo que já escrevi, pode-se perceber uma coisa: Samantha e Henry, os Little Fockers do título original, ficam em segundo plano. Achei isso muito ruim, já que eles têm algumas das cenas mais engraçadas do filme. Aliás, eles em si já são engraçados, porque Sam herdou o gene da mãe e Henry o do pai. Sendo assim, a menina é uma versão mirim de Jack, enquanto o menino é uma criança comum.
A primeira metade de Entrando Numa Fria 3 consegue tirar algumas risadas, fazendo referências ao já citado O Poderoso Chefão e também ao ator Andy Garcia (a personagem de Jessica Alba se chama Andi Garcia, e a piada envolvendo o Google foi uma bela sacada). As situações constrangedoras nas quais os personagens se encontram também são engraçadas.
Mas no momento em que Jack começa a desconfiar da fidelidade de seu genro, o filme perde muito o seu potencial. As situações constrangedoras não têm mais graça, fazendo com que o filme fique chato. Para completar, a personagem de Jessica Alba ganha um pouco mais de espaço, e apesar de estar linda como sempre, ela tem uma péssima atuação neste filme.
Ben Stiller, um dos comediantes que mais gosto, se esforça demais para ser engraçado. Isso é uma conseqüência do fato de Greg estar menos bobalhão do que nos outros filmes. E Robert De Niro simplesmente não parece estar se divertindo interpretando seu personagem. Sendo assim, são poucas as cenas em que ele faz rir. As pequenas participações de Dustin Hoffman, Barbra Streisand e Harvey Keitel são desperdiçadas.
Finalizado com um vídeozinho sem graça, Entrando Numa Fria 3 é uma continuação cheia de falhas e poucos acertos. Assim, acho um alívio não precisarmos esperar por um quarto filme, porque não há mais ninguém para ser apresentado.
Cotação:
Personagens Marcantes - Ferris Bueller
Há meses estou tentando criar este espaço onde eu falaria sobre os personagens mais marcantes do cinema. Para esta primeira postagem, resolvi falar sobre um ídolo dos adolescentes dos anos 80.
Em 2009, quando morreu, John Hughes deixou órfãos vários personagens interessantes: a garota que tem seu aniversário esquecido em Gatinhas e Gatões, os adolescentes de Clube dos Cinco, o jovem que resolve matar aula e aproveitar o dia. Este último é o personagem desta postagem.
Na filmografia riquíssima de Hughes, Ferris Bueller foi o personagem que mais se destacou. Em Curtindo a Vida Adoidado, ele fez tudo o que nós jovens gostaríamos de fazer: enganou os pais e o diretor da escola, faltou aula e não foi pego. Por que ele faz isso? Não seria muita irresponsabilidade? A resposta é uma das melhores falas que já ouvi: “A vida passa muito rápido. Se você não olhar em volta de vez em quando, você pode perdê-la”.
Ferris é um dos caras mais sortudos que já vi. Ele passa o dia de folga do lado de sua bela namorada e de seu melhor amigo, consegue escapar de ser visto pelo próprio pai em um restaurante e, quando parece que vai ser pego em flagrante, sua irmã resolve ajudá-lo. Em resumo, tudo dá certo para ele.
Além de sortudo, Ferris é corajoso. O cara não tem vergonha nenhuma e simplesmente invade um desfile e canta “Twist & Shout”, na cena mais memorável do filme. Acho que a grande maioria das pessoas que assistiram ao filme (eu entre elas) canto e pulou junto com Ferris nesta cena.
Até hoje seu intérprete Matthew Broderick sofre com a “maldição” de Ferris Bueller. Como ele mesmo disse no Oscar de 2010, as pessoas ainda perguntam para ele: “Ei Ferris, este é o seu dia de folga?”.
Por seu jeito de pensar e agir, típicos de um adolescente rebelde, Ferris é um dos personagens mais marcantes do cinema.
(Se alguém tiver sugestões para os próximos personagens marcantes, coloque nos comentários. Será de grande ajuda).
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Incontrolável
Tony Scott e Denzel Washington são como Johnny Depp e Tim Burton ou Russel Crowe e Ridley Scott: estão sempre juntos fazendo filmes. Depois de Maré Vermelha, Chamas da Vingança, Dejà Vu e O Sequestro do Metrô 123, eles lançam sua quinta parceria: Incontrolável, que assim como o filme anterior deles, tem um trem como plano de fundo.
Baseado em fatos reais, Incontrolável mostra um trem que fica desgovernado depois de uma falha de um funcionário. O grande problema é que não é um trem qualquer, já que materiais inflamáveis estão a bordo. Cabe a Frank Barnes e Will Colson parar este “míssil do tamanho de um prédio” antes que ele faça um belo estrago.
Já no início do filme vemos o grande vilão ser colocado nos trilhos. O mais interessante é que todas as vezes que o trem aparece, a trilha sonora composta por Harry Gregson-Williams o trata como se fosse uma espécie de Jason Vorhees ou Michael Myers. Isso foi algo que gostei bastante, porque o trem é realmente um monstro sobre trilhos. Além disso, ela agrava a situação de perigo em que a cidade e os personagens se encontram.
Tony Scott coloca em Incontrolável um ritmo frenético, usando cortes rápidos e zooms nos rostos dos atores. Este último item eu achei desnecessário em alguns momentos. Mas desta forma, Scott deixa os espectadores com os olhos grudados na tela, esperando o que vai acontecer ao longo do filme. E mesmo com este ritmo, o diretor consegue desenvolver o roteiro de forma bastante calma, e isso me surpreendeu.
Aliás, o roteiro escrito por Mark Bomback é cautelosamente montado para que os protagonistas dêem de cara com o “monstro”. Infelizmente, o roteirista se entrega a alguns clichês, como por exemplo o chefe que pensa que tudo o que faz é o melhor ou o inspetor que é especialista em segurança e dá dicas para os protagonistas. Mas ele tem um êxito maior do que qualquer falha. Em meio a um ritmo acelerado, ele conseguiu encontrar espaço para desenvolver os protagonistas. Assim, ficamos sabendo dos problemas pessoais de cada um e o que eles têm a perder se seu ato heróico não der certo.
Denzel Washington e Chris Pine (uma das grandes revelações dos últimos anos) fazem um ótimo trabalho. Enquanto o primeiro se destaca por mostrar desde o início a experiência de Frank Barnes, o segundo capricha em suas cenas mais dramáticas. E os dois atores merecem aplausos por conseguirem transmitir para o público a coragem de seus personagens.
Incontrolável é um filme muito bem feito. Eletrizante do início ao fim, é mais uma prova de que a parceria entre Tony Scott e Denzel Washington é muito boa. Tomara que continue assim.
Cotação:
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Clássicos assistidos em 2010
2010 foi um ano em que me dediquei bastante aos clássicos do cinema. Assisti vários, até porque tenho o livro 1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer, que está me ajudando muito. Mas gostaria de destacar os filmes que gostei bastante (fiquei fascinado por alguns deles).
- Clube dos Cinco (1985), de John Hughes: não pensei que esse filme fosse me tocar tanto. Me identifiquei bastante com os personagens, com as situações em que eles se encontram. Achei as atuações magníficas, principalmente Judd Nelson, e acho uma pena Molly Ringwald não ter conseguido manter sua popularidade nas décadas seguintes. Com Clube dos Cinco virei fã confesso de John Hughes, que infelizmente faleceu em 2009.
- Blade Runner: O Caçador de Andróides (1982), de Ridley Scott: adorei tanto este filme que até já comprei a edição tripla do DVD e o livro no qual é baseado: Do Androids Dream of Electric Sheep?, de Philip K. Dick. E minha irmã ainda me deu uma camiseta no Natal. Arrisco dizer que é o melhor filme de ficção científica que já assisti. Harrison Ford tem em Rick Deckard uma das melhores atuações da carreira e Rutger Hauer está espetacular na pele do replicante Roy Batty. É uma história que me surpreende toda vez que assisto.
- Ben-Hur (1959), de William Wyler: assistir a este filme é obrigação de qualquer pessoa. As três horas e meia de duração passaram muito rápido, porque Ben-Hur é absolutamente brilhante. A corrida de bigas é espetacular (na verdade, espetacular é pouco), uma das melhores cenas da história do cinema. Assim como Blade Runner, é o filme que quero a melhor edição em DVD.
- 12 Homens e Uma Sentença (1957), de Sidney Lumet: Sidney Lumet é um cineasta pelo qual tenho grande admiração. Sendo assim, não via a hora de assistir sua estreia em longas metragens. 12 Homens e Uma Sentença é um dos melhores dramas de tribunal que assisti, empatado com Questão de Honra. É um filme perfeito para fazer um belo estudo de personagens.
- Perseguidor Implacável (1971), de Don Siegel: Harry “Dirty Harry” Callahan é o melhor personagem da carreira de Clint Eastwood. Um policial que não desiste facilmente quando o assunto é pegar os bandidos. A grande fala do filme ("You've got to ask yourself one question: Do I feel lucky? Well, do ya, punk?") é uma das melhores que já escutei. A ágil direção de Don Siegel é perfeita para o filme, sendo uma das melhores sequências aquela em que Dirty Harry corre por toda San Francisco seguindo as normas do assassino. Perseguidor Implacável é um dos melhores filmes policiais já feitos.
- The Rocky Horror Picture Show (1975), de Jim Sharman: este é um dos musicais mais loucos e divertidos que já assisti. The Rocky Horror Picture Show é quase um musical trash, e coisas absurdas acontecem. Havia partes nas quais não conseguia parar de rir. As músicas são divertidíssimas. Em resumo, The Rocky Horror Picture Show é uma verdadeira festa.
- O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante (1989), de Peter Greenaway: essa foi uma dica dada pelo meu professor do cursinho de inglês. Não esperava que gostaria tanto do filme, principalmente da direção de arte, que é reflexo daquilo que os personagens representam. Michael Gambon está perfeito no papel do grande vilão do filme.
Espero que 2011 seja ainda mais cheio de clássicos. Afinal, preciso aprimorar o meu conhecimento sobre filmes.
- Clube dos Cinco (1985), de John Hughes: não pensei que esse filme fosse me tocar tanto. Me identifiquei bastante com os personagens, com as situações em que eles se encontram. Achei as atuações magníficas, principalmente Judd Nelson, e acho uma pena Molly Ringwald não ter conseguido manter sua popularidade nas décadas seguintes. Com Clube dos Cinco virei fã confesso de John Hughes, que infelizmente faleceu em 2009.
- Blade Runner: O Caçador de Andróides (1982), de Ridley Scott: adorei tanto este filme que até já comprei a edição tripla do DVD e o livro no qual é baseado: Do Androids Dream of Electric Sheep?, de Philip K. Dick. E minha irmã ainda me deu uma camiseta no Natal. Arrisco dizer que é o melhor filme de ficção científica que já assisti. Harrison Ford tem em Rick Deckard uma das melhores atuações da carreira e Rutger Hauer está espetacular na pele do replicante Roy Batty. É uma história que me surpreende toda vez que assisto.
- Ben-Hur (1959), de William Wyler: assistir a este filme é obrigação de qualquer pessoa. As três horas e meia de duração passaram muito rápido, porque Ben-Hur é absolutamente brilhante. A corrida de bigas é espetacular (na verdade, espetacular é pouco), uma das melhores cenas da história do cinema. Assim como Blade Runner, é o filme que quero a melhor edição em DVD.
- 12 Homens e Uma Sentença (1957), de Sidney Lumet: Sidney Lumet é um cineasta pelo qual tenho grande admiração. Sendo assim, não via a hora de assistir sua estreia em longas metragens. 12 Homens e Uma Sentença é um dos melhores dramas de tribunal que assisti, empatado com Questão de Honra. É um filme perfeito para fazer um belo estudo de personagens.
- Perseguidor Implacável (1971), de Don Siegel: Harry “Dirty Harry” Callahan é o melhor personagem da carreira de Clint Eastwood. Um policial que não desiste facilmente quando o assunto é pegar os bandidos. A grande fala do filme ("You've got to ask yourself one question: Do I feel lucky? Well, do ya, punk?") é uma das melhores que já escutei. A ágil direção de Don Siegel é perfeita para o filme, sendo uma das melhores sequências aquela em que Dirty Harry corre por toda San Francisco seguindo as normas do assassino. Perseguidor Implacável é um dos melhores filmes policiais já feitos.
- The Rocky Horror Picture Show (1975), de Jim Sharman: este é um dos musicais mais loucos e divertidos que já assisti. The Rocky Horror Picture Show é quase um musical trash, e coisas absurdas acontecem. Havia partes nas quais não conseguia parar de rir. As músicas são divertidíssimas. Em resumo, The Rocky Horror Picture Show é uma verdadeira festa.
- O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante (1989), de Peter Greenaway: essa foi uma dica dada pelo meu professor do cursinho de inglês. Não esperava que gostaria tanto do filme, principalmente da direção de arte, que é reflexo daquilo que os personagens representam. Michael Gambon está perfeito no papel do grande vilão do filme.
Espero que 2011 seja ainda mais cheio de clássicos. Afinal, preciso aprimorar o meu conhecimento sobre filmes.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Dicas de Filmes - Janeiro
Primeira postagem de 2011! É uma pena, no entanto, que eu não tenha tido tempo para assistir a uma das dicas que estou dando, mas, devido aos prêmios que ganhou, acho que vale a pena. As outras dicas são legais.
Então, vamos direto ao assunto:

- O Sequestro do Metrô 123 (2009), de Tony Scott - ****: O irmão de Ridley Scott parece ter gostado muito de brincar com trenzinhos quando era criança. Seu trabalho anterior tem como pano de fundo o sequestro de um trem, e é este o filme que darei como dica. O Sequestro do Metro 123 é estrelado por Denzel Washington (grande parceiro do diretor) e John Travolta. É um bom filme de ação e Travolta está muito bem interpretando o vilão. Este mês estreia Incontrolável, filme sobre um trem desgovernado que carrega material nuclear e pode fazer um belo estrago. É estrelado por Denzel Washington (quinto filme que ele faz com Tony Scott) e Chris Pine.

- A Vida dos Outros (2007), de Florian Henckel Von Donnersmarck: devido ao vestibular da UFRGS, não tive tempo de assistir a este filme, mas gostaria de fazer uma “menção honrosa”. A Vida dos Outros venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2007. O diretor Florian Henckel Von Donnersmarck estreia em Hollywood no filme O Turista, estrelado por Johnny Depp e Angelina Jolie.
.
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- Encontros e Desencontros (2003), de Sofia Coppola - *****: o segundo longa dirigido por Sofia Coppola é um dos melhores filmes da década passada e confirmou o talento da filha de Francis Ford Coppola para dirigir. Encontros e Desencontros mostra um ator e uma recém-casada que se conhecem em Tóquio e formam uma grande amizade em meio às diferenças culturais entre eles e os japoneses. O novo filme de Sofia Coppola, Um Lugar Qualquer, venceu o Leão de Ouro no Festival de Veneza e estreia no Brasil no dia 28.
Estas são as dicas de janeiro. Bons filmes!!!

- O Sequestro do Metrô 123 (2009), de Tony Scott - ****: O irmão de Ridley Scott parece ter gostado muito de brincar com trenzinhos quando era criança. Seu trabalho anterior tem como pano de fundo o sequestro de um trem, e é este o filme que darei como dica. O Sequestro do Metro 123 é estrelado por Denzel Washington (grande parceiro do diretor) e John Travolta. É um bom filme de ação e Travolta está muito bem interpretando o vilão. Este mês estreia Incontrolável, filme sobre um trem desgovernado que carrega material nuclear e pode fazer um belo estrago. É estrelado por Denzel Washington (quinto filme que ele faz com Tony Scott) e Chris Pine.

- A Vida dos Outros (2007), de Florian Henckel Von Donnersmarck: devido ao vestibular da UFRGS, não tive tempo de assistir a este filme, mas gostaria de fazer uma “menção honrosa”. A Vida dos Outros venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2007. O diretor Florian Henckel Von Donnersmarck estreia em Hollywood no filme O Turista, estrelado por Johnny Depp e Angelina Jolie.
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- Encontros e Desencontros (2003), de Sofia Coppola - *****: o segundo longa dirigido por Sofia Coppola é um dos melhores filmes da década passada e confirmou o talento da filha de Francis Ford Coppola para dirigir. Encontros e Desencontros mostra um ator e uma recém-casada que se conhecem em Tóquio e formam uma grande amizade em meio às diferenças culturais entre eles e os japoneses. O novo filme de Sofia Coppola, Um Lugar Qualquer, venceu o Leão de Ouro no Festival de Veneza e estreia no Brasil no dia 28.
Estas são as dicas de janeiro. Bons filmes!!!
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