Hoje saíram os indicados ao Globo de Ouro 2011. The King's Speech lidera em número de indicações (7). Dessa vez Christopher Nolan foi finalmente lembrado, junto com outros grandes diretores que gosto muito, David Fincher e Darren Aronofsky. Por outro lado, um filme que eu jurava que seria indicado em várias categorias, Atração Perigosa, foi lembrado apenas para Ator Coadjuvante (que, aliás, foi merecido).
Estes são os indicados (os com estrela são aqueles em que eu estava apostando):
Melhor Filme (Drama):
- Cisne Negro*
- O Vencedor
- A Origem*
- The King's Speech*
- A Rede Social*
Melhor Filme (Musical/Comédia):
- Alice no País das Maravilhas
- Minhas Mães e Meu Pai
- Red: Aposentados e Perigosos
- O Turista
- Burlesque
Melhor Direção:
- Darren Aronofsky, Cisne Negro*
- David Fincher, A Rede Social*
- Tom Hooper, The King's Speech*
- Christopher Nolan, A Origem*
- David O. Russell, O Vencedor
Melhor Ator (Drama):
- Jesse Eisenberg, A Rede Social*
- Colin Firth, The King's Speech*
- James Franco, 127 Horas*
- Ryan Gosling, Blue Valentine
- Mark Wahlberg, O Vencedor
Melhor Atriz (Drama):
- Halle Berry, Frankie e Alice
- Nicole Kidman, Rabbit Hole
- Jennifer Lawrence, Inverno da Alma
- Natalie Portman, Cisne Negro*
- Michelle Williams, Blue Valentine
Melhor Ator (Musical/Comédia):
- Johnny Depp, Alice no País das Maravilhas
- Johnny Depp, O Turista
- Paul Giamatti, Barney’s Version
- Jake Gyllenhaal, Amor e Outras Drogas
- Kevin Spacey, Casino Jack
Melhor Atriz (Musical/Comédia):
- Annette Bening, Minhas Mães e Meu Pai
- Julianne Moore, Minhas Mães e Meu Pai
- Anne Hathaway, Amor e Outras Drogas*
- Angelina Jolie, O Turista
- Emma Stone, Easy A
Melhor Ator Coadjuvante:
- Christian Bale, O Vencedor*
- Michael Douglas, Wall Street 2: O Dinheiro Nunca Dorme (meia estrela, porque apostei nele como Melhor Ator)
- Andrew Garfield, A Rede Social*
- Jeremy Renner, Atração Perigosa*
- Geoffrey Rush, The King's Speech
Melhor Atriz Coadjuvante:
- Melissa Leo, O Vencedor
- Helena Bonham Carter, The King's Speech
- Mila Kunis, Cisne Negro
- Amy Adams, O Vencedor*
- Jacki Weaver, Animal Kingdom
Melhor Roteiro:
- Danny Boyle e Simon Beaufoy, 127 Horas
- Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg, Minhas Mães e Meu Pai
- Christopher Nolan, A Origem*
- David Seidler, The King's Speech*
- Aaron Sorkin, A Rede Social*
Melhor Animação:
- Meu Malvado Favorito
- Como Treinar seu Dragão*
- O Ilusionista
- Enrolados*
- Toy Story 3*
Melhor Filme Estrangeiro:
- Biutiful (México)*
- The Concert (França)
- The Edge (Rússia)
- I Am Love (Itália)
- In a Better World (Dinamarca)
Melhor Trilha Original:
Alexandre Desplat, The King's Speech
Danny Elfman, Alice no País das Maravilhas
A.R. Rahman, 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross, A Rede Social
Hans Zimmer, A Origem*
Melhor Canção Original:
“Bound To You” (Burlesque)
“You Haven’t Seen The Last of Me” (Burlesque)
“Coming Home” (Country Strong)
“I See The Light” (Enrolados)
“There’s a Place For Us” (As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada)
A cerimônia será realizada no dia 16 de janeiro.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Globo de Ouro 2011 - Indicados
Hoje saíram os indicados ao Globo de Ouro 2011. The King's Speech lidera em número de indicações (7). Dessa vez Christopher Nolan foi finalmente lembrado, junto com outros grandes diretores que gosto muito, David Fincher e Darren Aronofsky. Por outro lado, um filme que eu jurava que seria indicado em várias categorias, Atração Perigosa, foi lembrado apenas para Ator Coadjuvante (que, aliás, foi merecido).
Estes são os indicados (os com estrela são aqueles em que eu estava apostando):
Melhor Filme (Drama):
- Cisne Negro*
- O Vencedor
- A Origem*
- The King's Speech*
- A Rede Social*
Melhor Filme (Musical/Comédia):
- Alice no País das Maravilhas
- Minhas Mães e Meu Pai
- Red: Aposentados e Perigosos
- O Turista
- Burlesque
Melhor Direção:
- Darren Aronofsky, Cisne Negro*
- David Fincher, A Rede Social*
- Tom Hooper, The King's Speech*
- Christopher Nolan, A Origem*
- David O. Russell, O Vencedor
Melhor Ator (Drama):
- Jesse Eisenberg, A Rede Social*
- Colin Firth, The King's Speech*
- James Franco, 127 Horas*
- Ryan Gosling, Blue Valentine
- Mark Wahlberg, O Vencedor
Melhor Atriz (Drama):
- Halle Berry, Frankie e Alice
- Nicole Kidman, Rabbit Hole
- Jennifer Lawrence, Inverno da Alma
- Natalie Portman, Cisne Negro*
- Michelle Williams, Blue Valentine
Melhor Ator (Musical/Comédia):
- Johnny Depp, Alice no País das Maravilhas
- Johnny Depp, O Turista
- Paul Giamatti, Barney’s Version
- Jake Gyllenhaal, Amor e Outras Drogas
- Kevin Spacey, Casino Jack
Melhor Atriz (Musical/Comédia):
- Annette Bening, Minhas Mães e Meu Pai
- Julianne Moore, Minhas Mães e Meu Pai
- Anne Hathaway, Amor e Outras Drogas*
- Angelina Jolie, O Turista
- Emma Stone, Easy A
Melhor Ator Coadjuvante:
- Christian Bale, O Vencedor*
- Michael Douglas, Wall Street 2: O Dinheiro Nunca Dorme (meia estrela, porque apostei nele como Melhor Ator)
- Andrew Garfield, A Rede Social*
- Jeremy Renner, Atração Perigosa*
- Geoffrey Rush, The King's Speech
Melhor Atriz Coadjuvante:
- Melissa Leo, O Vencedor
- Helena Bonham Carter, The King's Speech
- Mila Kunis, Cisne Negro
- Amy Adams, O Vencedor*
- Jacki Weaver, Animal Kingdom
Melhor Roteiro:
- Danny Boyle e Simon Beaufoy, 127 Horas
- Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg, Minhas Mães e Meu Pai
- Christopher Nolan, A Origem*
- David Seidler, The King's Speech*
- Aaron Sorkin, A Rede Social*
Melhor Animação:
- Meu Malvado Favorito
- Como Treinar seu Dragão*
- O Ilusionista
- Enrolados*
- Toy Story 3*
Melhor Filme Estrangeiro:
- Biutiful (México)*
- The Concert (França)
- The Edge (Rússia)
- I Am Love (Itália)
- In a Better World (Dinamarca)
Melhor Trilha Original:
Alexandre Desplat, The King's Speech
Danny Elfman, Alice no País das Maravilhas
A.R. Rahman, 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross, A Rede Social
Hans Zimmer, A Origem*
Melhor Canção Original:
“Bound To You” (Burlesque)
“You Haven’t Seen The Last of Me” (Burlesque)
“Coming Home” (Country Strong)
“I See The Light” (Enrolados)
“There’s a Place For Us” (As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada)
A cerimônia será realizada no dia 16 de janeiro.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Filmes Favoritos - Pânico
(Atenção: contém spoilers)
Neste fim de semana, nenhum filme que estreou chamou muito a minha atenção. Na falta de críticas para postar, resolvi escrever sobre um de meus filmes favoritos. A escolha foi difícil, mas optei por Pânico, o melhor slasher movie que já assisti.
O subgênero dos slasher movies estava considerado morto no início da década de 1990. Mas Pânico o ressuscitou. Junto com o sucesso de crítica e público do filme, veio uma nova onda de filmes de “assassino correndo atrás de adolescentes”. O máximo que algumas dessas produções conseguiram foi alcançar a linha do “mediano”, mostrando que Pânico é realmente um caso à parte.
Dirigido por Wes Craven e escrito por Kevin Williamson, Pânico mostra uma série de assassinatos que ocorrem na pequena cidade de Woodsboro, todos envolvendo adolescentes. Nisso, entra em cena a heroína pura e virginal Sidney Prescott, que começa a ser assombrada pelo assassino.
Pânico surpreende desde seus momentos iniciais. Na época do lançamento do filme, a campanha de divulgação colocava Drew Barrymore como uma das protagonistas. Mas no momento em que ela morre logo no prólogo (uma das cenas mais tensas de todos os tempos), o filme mostra suas cartas, dizendo que tudo pode acontecer, qualquer um pode morrer e todos são suspeitos.
Pânico tem cenas assustadoras e de pura tensão, mas é um filme que se encaixa muito bem como uma comédia. O roteiro de Kevin Williamson é demais pois ele sabe como fugir do lugar comum mas mesmo assim não o faz, exatamente para fazer uma espécie de paródia do subgênero. Sendo assim, é impossível não rir quando Randy (o hilário Jamie Kennedy) dita as regras de como sobreviver a um filme de terror (não beber, não fazer sexo e não dizer “volto já”) e ninguém segue elas. Outra cena engraçada envolvendo Randy é quando ele está sozinho assistindo Halloween e começa a falar para Jamie Lee Curtis “Cuidado, Jamie. Ele está atrás de você!”. Nesse momento, Ghostface aparece atrás de Randy e eu pergunto “Qual o nome do ator que interpreta o personagem?”.

Não é só Jamie Kennedy que serve como alívio cômico para o filme. David Arquette, interpretando o inexperiente policial Dewey Riley, também faz rir por que o personagem vive tentando mostrar ser uma autoridade. Mas. em certos momentos do filme, até ele se assusta. Outro destaque é Courteney Cox (na época embalada pelo sucesso de Friends), que consegue fazer da repórter Gale Weathers uma verdadeira babaca, que se aproveita da desgraça alheia para vender livros.
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No jovem elenco, além de Kennedy, outros destaques são Skeet Ulrich e Matthew Lillard, os caras que descobrimos, ao final do filme, ser os assassinos. Os dois atores mostram muito bem o quão loucos seus personagens são. Mas a grande surpresa é Neve Campbell. Depois que Jamie Lee Curtis correu de Michael Myers em Halloween e que Heather Langenkamp escapou das lâminas de Freddy Krueger em A Hora do Pesadelo, o público não viu nenhuma heroína digna de viver. Mas, em Pânico, finalmente há uma personagem a quem torcer. Campbell corre, dá socos e chutes no assassino, ressuscitando a heroína de caráter forte que os slasher movies tanto precisam para funcionar.
Sendo também uma homenagem aos filmes de terror (fazendo referências a A Morte Convida Para Dançar, Psicose, Sexta-Feira 13, entre outros), Pânico merece ser visto e revisto, porque a cada visita há sempre algo interessante/engraçado que passou despercebido. Isso é algo que acontece apenas com grandes filmes.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Breve comentário sobre Absoluto
Ontem assisti a Absoluto, o documentário que narra a conquista do Internacional na Libertadores 2010. É algo arrepiante para todos os colorados.
Exibido em pleno Beira-Rio, que contou com um público de 27.000 pessoas (algo que entrou para o livro dos recordes como maior sessão de cinema ao ar livre), Absoluto conta com trilha sonora, montagem, e entrevistas muito boas. Jogadores, torcedores, comissão técnica e dirigentes contam histórias sensacionais sobre os jogos. Os lances do Inter são mostrados de todos os jeitos possíveis. É um documentário espetacular, pelo menos para nós colorados.
Agora é torcer muito no Mundial Interclubes para que depois possamos assistir a Gigante 2: Como o Inter Conquistou o Mundo Pela Segunda Vez.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Prêmio Dardos
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
A Rede Social
O Facebook é um dos maiores hits da última década. O que começou apenas como uma idéia de conexão entre os alunos de Harvard se expandiu para o mundo inteiro. Hoje, o Facebook tem cerca de 500 milhões de usuários. Mas por trás da criação deste fenômeno viciante há uma história de inveja, traição, e ganância que originou inimizades até hoje não resolvidas. Para contar esta história, entra em cena A Rede Social.
Escrito por Aaron Sorkin (um dos melhores roteiristas da área) baseado no livro de Ben Mezrich, A Rede Social mostra como Mark Zuckerberg, um gênio da computação e perfeito looser, teve uma ideia que o transformou no bilionário mais jovem do mundo. Com a ajuda de seu melhor amigo, o brasileiro Eduardo Saverin, Zuckerberg criou o Facebook. Mas os gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss juntamente com Divya Narendra o processam, acusando ele de ter roubado a ideia deles.
Uma bela sacada do diretor David Fincher é o fato de ele colocar as audiências ao mesmo tempo em que a história se desenrola. Isso é muito bom porque faz com que o filme não insulte a inteligência do espectador, que pode até já saber como elas terminaram.
A Rede Social mostra um pouco da influência do Facebook na vida das pessoas. Alguns indivíduos que fazem uma conta no site e o transformam em suas vidas, de forma literal. Ele é viciante porque se pode descobrir tudo sobre a vida de uma pessoa através de seu perfil.
Fincher coloca em A Rede Social um ritmo muito rápido, quase frenético, que é auxiliado pela atuação de Jesse Eisenberg, que profere suas falas da mesma forma que Rambo atira com uma metralhadora.
O elenco inteiro do filme merece aplausos, mas é Jesse Eisenberg quem rouba a cena. Depois de se destacar no ótimo Zumbilândia, ele chega ao auge em A Rede Social ao interpretar Mark Zuckerberg de forma excêntrica, quase autista. Em certos momentos, ele fala com as pessoas sem manter contato visual com elas, algo que reforça a ideia de que este é um jovem especial, o que não deixa de ser verdade já que ele é um gênio.
A história por trás da criação do Facebook era algo que realmente merecia um filme, e é um prazer conhecê-la através de uma grande produção como A Rede Social.
Cotação:
domingo, 5 de dezembro de 2010
Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos
Quando escrevi sobre Tudo Pode Dar Certo, havia dito que não conhecia muito bem os filmes de Woody Allen. Até aquele momento, havia assistido a apenas um filme dele. De lá para cá, consegui adicionar vários filmes dele à minha lista de assistidos. Acabei me tornando um grande admirador.
Agora ele lança Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos, uma comédia romântica fora dos padrões hollywoodianos. Por que fora do comum? Dois motivos. Primeiro tem vários elementos que não são típicos de comédias românticas. Segundo, é um filme de Woody Allen.
Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos segue vários casais em uma história que envolve desejos, traições e decepções. Alfie (Anthony Hopkins) e Helena (Gemma Jones) são divorciados e sua filha Sally (Naomi Watts) tem um casamento infeliz com Roy (Josh Brolin), um médico que resolveu seguir a carreira de escritor, sem muito sucesso. Ela começa a ter sentimentos por Greg (Antonio Banderas), seu chefe. Já Roy não consegue tirar os olhos de Dia (Freida Pinto), a nova vizinha. Enquanto isso, Alfie se casa com Charmaine (Lucy Punch), uma prostituta com metade de sua idade, em uma tentativa de retornar à juventude.
Tudo isso é traçado com o olhar sempre irônico de Woody Allen. Ele mostra que a vida consegue ser uma grande pregadora de peças. A ironia nos diverte por colocar os personagens em situações nas quais pensamos: “Eu não gostaria de estar na pele deles!”. As reações de tais personagens são muito divertidas de se ver.
Infelizmente, o filme peca um pouco em seu elenco estelar. Naomi Watts, Gemma Jones e Josh Brolin aparecem como os grandes destaques, por captarem muito bem a energia de seus personagens. O restante dos atores não tem a mesma sorte. Anthony Hopkins não está conectado com seu personagem, que poderia ter tido mais destaque. Freida Pinto não tem muitas cenas, servindo apenas para embelezar a tela. Antonio Banderas entra para acrescentar um pouco mais de ironia para história. Para fechar o elenco, Lucy Punch se esforça, mas exagera muito nos trejeitos de Charmaine.
Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos é, no geral, um filme bacana que diverte graças a sua ironia, pelo seu modo de ver a vida. Pode não ser um dos GRANDES filmes de Woody Allen, mas vale a pena conferir.
Cotação:
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Dicas de Filmes - Dezembro
Grandes diretores voltando com novos filmes e uma grande história da década de 1980 tendo a sua seqüência 28 anos mais tarde. Tenho grandes dicas este mês.
Então vamos direto ao assunto:

- Zodíaco (2007), de David Fincher - *****: Este é um dos grandes filmes de David Fincher. Zodíaco mostra os bastidores do caso sobre o serial killer que assombrou San Francisco nas décadas de 1960 e 1970. Conhecido como O Zodíaco, o assassino matou cerca de cinqüenta pessoas. O novo filme de Fincher, A Rede Social, chega aos cinemas dia 3. Trata-se da história por trás da criação do Facebook, a maior rede social do mundo. É uma das apostas para o Oscar e conta com um elenco encabeçado por Jesse Eisenberg, Justin Timberlake e Andrew Garfield.
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- Tron: Uma Odisséia Eletrônica (1982), de Steven Lisberger - ****: Acho que todos nós já ouvimos nossos pais dizerem algo do tipo: “Se continuar jogando desse jeito, você vai entrar no jogo”. Tron: Uma Odisséia Eletrônica levou esta frase ao pé da letra. Trata-se de uma aventura que se passa dentro de um jogo de computador. A história mostra Kevin Flynn (vivido por Jeff Bridges), ex-funcionário da empresa ENCOM. Ele tenta provar que um de seus ex-colegas roubou uma de suas ideias, mas no meio do caminho acaba sendo abduzido para dentro de um jogo. Tron: O Legado, seqüência do filme, traz Jeff Bridges de volta como Flynn, além de Garret Hedlund, Olívia Wilde e Michael Sheen.

- Crash: No Limite (2004), de Paul Haggis - *****: Com este belíssimo drama, Paul Haggis tirou o Oscar das de Melhor Filme das mãos de O Segredo de Brokeback Mountain. Crash: No Limite mostra pessoas de diferentes classes sociais que têm suas vidas cruzadas graças a acontecimentos que envolvem preconceito. Não há motivo para contestar o porquê de Crash ter ganho o Oscar, já que é um filme realista e emocionante. Este mês chega aos cinemas brasileiros o novo filme de Haggis. 72 Horas tem Russel Crowe, Elizabeth Banks e Liam Neeson no elenco.

- Zodíaco (2007), de David Fincher - *****: Este é um dos grandes filmes de David Fincher. Zodíaco mostra os bastidores do caso sobre o serial killer que assombrou San Francisco nas décadas de 1960 e 1970. Conhecido como O Zodíaco, o assassino matou cerca de cinqüenta pessoas. O novo filme de Fincher, A Rede Social, chega aos cinemas dia 3. Trata-se da história por trás da criação do Facebook, a maior rede social do mundo. É uma das apostas para o Oscar e conta com um elenco encabeçado por Jesse Eisenberg, Justin Timberlake e Andrew Garfield.
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- Tron: Uma Odisséia Eletrônica (1982), de Steven Lisberger - ****: Acho que todos nós já ouvimos nossos pais dizerem algo do tipo: “Se continuar jogando desse jeito, você vai entrar no jogo”. Tron: Uma Odisséia Eletrônica levou esta frase ao pé da letra. Trata-se de uma aventura que se passa dentro de um jogo de computador. A história mostra Kevin Flynn (vivido por Jeff Bridges), ex-funcionário da empresa ENCOM. Ele tenta provar que um de seus ex-colegas roubou uma de suas ideias, mas no meio do caminho acaba sendo abduzido para dentro de um jogo. Tron: O Legado, seqüência do filme, traz Jeff Bridges de volta como Flynn, além de Garret Hedlund, Olívia Wilde e Michael Sheen.

- Crash: No Limite (2004), de Paul Haggis - *****: Com este belíssimo drama, Paul Haggis tirou o Oscar das de Melhor Filme das mãos de O Segredo de Brokeback Mountain. Crash: No Limite mostra pessoas de diferentes classes sociais que têm suas vidas cruzadas graças a acontecimentos que envolvem preconceito. Não há motivo para contestar o porquê de Crash ter ganho o Oscar, já que é um filme realista e emocionante. Este mês chega aos cinemas brasileiros o novo filme de Haggis. 72 Horas tem Russel Crowe, Elizabeth Banks e Liam Neeson no elenco.
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