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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

5 Anos de Brazilian Movie Guy



Antes de começar a escrever este breve post tradicional comemorando o aniversário do blog, dei uma olhada em cada um dos outros textos que escrevi neste dia entre 2010 e 2013. Em todos eles me lembro de ter encontrando com certa facilidade o fio da meada para escrever mais ou menos o que eu queria.

Não foi o que ocorreu dessa vez.

Desde 30 de dezembro de 2009, quando dei início ao Brazilian Movie Guy (já disse várias vezes que não gosto do nome, mas não custa ressaltar novamente), até hoje fui ficando mais exigente com as palavras que uso para compor meus textos, especialmente ao longo deste 2014, de forma que escrever tem se tornado uma tarefa cada vez mais difícil. Talvez isso possa ser percebido nas críticas. Mesmo assim, devo admitir que me sinto orgulhoso pelo fato de isso não ter diminuído o prazer que tenho ao digitar as letras no computador.

Sendo assim, vou aproveitar esse momento para fazer o de sempre: agradecer a todos que me acompanham por aqui. Sei que durante esse ano o blog ficou um pouco em segundo plano, o que se deve em boa parte ao trabalho que passei a fazer no Papo de Cinema ao lado de outros críticos, além da faculdade, é claro (estarei com o diploma na mão daqui dois meses). Mas espero conseguir equilibrar as coisas em 2015 enquanto desenvolvo mais alguns projetos pessoais, buscando sempre trazer um conteúdo interessante. Me esforçarei para isso.

Como de costume, amanhã publicarei minhas listas com os melhores e os piores filmes do ano para encerrar os trabalhos de 2014, e então restará apenas esperar que 2015 venha com uma bela safra de cinema.

Um grande abraço a todos.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

4 Anos de Brazilian Movie Guy


No fim da noite do dia 30 de dezembro de 2009, minha colega Simone dava o empurrãozinho final que eu precisava para criar um blog (por sinal, acessem o dela aqui). Hoje penso que o nome que dei a ele poderia ser melhor (desde o ano passado passei a achar “Brazilian Movie Guy” um nome feio e egocêntrico), mas de qualquer forma é bom constatar que ele não é mais um bebê já algum tempo e está caminhando satisfatoriamente.

Desde sua criação, o blog tem sido muito importante para mim e todo ano ele traz alguns bons frutos. Em 2013, por exemplo, passamos a fazer parte da SBBC (Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos), o que vem sendo muito interessante e me pôs em contato com pessoas muito bacanas. E estou muito curioso com relação a 2014, já que começarei a fazer parte da equipe do site Papo de Cinema, a convite do amigo Robledo Milani. O blog ficará em segundo plano, mas as críticas que eu escrever para lá serão linkadas aqui. Assim ele continuará atualizado, ainda que não tenha mais um conteúdo exclusivo.

Agradeço a todos àqueles que leem o que escrevo. Afinal, como já ouvi falarem várias vezes, quem escreve quer ser lido, e é bom saber que alguém entra no blog e confere as críticas, os comentários, as listas e quaisquer outras coisas que publico por aqui. Espero que continuem nos seguindo em 2014 e que os números cresçam ainda mais.

Para encerrar, amanhã finalizo oficialmente 2013 no blog com as tradicionais listas de melhores e piores filmes do ano. Fiquem ligados.

Um grande abraço!

domingo, 30 de dezembro de 2012

3 Anos de Brazilian Movie Guy

Outro ano se completa no Brazilian Movie Guy. Um ano um pouco mais atarefado (só de críticas foram 67 escritas, contra as 52 de 2011 e as 44 de 2010, sem contar as outras 4 de 2009, o que acaba me deixando curioso quanto ao me espera em 2013), no qual tivemos mais um pequeno crescimento.
Acho que 2012 vai ser uma época na qual olharei pra trás e ficarei um pouco mais satisfeito com os textos que escrevi (nem consigo olhar direito as primeiras críticas que publiquei, por que não acredito que elogiei filmes que hoje já não gosto tanto). Foi um ano no qual acredito ter amadurecido mais, e acho que isso me dá segurança na hora de escrever. Consequentemente, as críticas ficaram um pouco maiores se comparadas com as que eu escrevia até mais ou menos a metade do ano passado.
Mas a grande mudança que o Brazilian Movie Guy sofreu em 2012 foi, é claro, em seu visual. Alguém ainda se lembra do formato com fundo marrom, letras laranjas nos títulos e a fita no cabeçalho? Esqueci completamente de salvar o modelo, que ficou no blog por dois anos inteiros. Mas acho que o fundo branco, com letras vermelhas e a sala de cinema aí em cima ficaram bem melhores. Sem falar que as cotações agora ganharam suas estrelas, não sendo mais um monte de asteriscos nos títulos das postagens. Tudo organizado pela pessoa que vos fala, o que me deixa orgulhoso.
Os leitores ainda não são muitos, mas espero que 2013 traga mais algumas pessoas para nos seguir. Talvez vocês também possam ajudar nisso, não? Recomendem o blog para seus conhecidos, curtam a página no Facebook, ou me sigam no Twitter caso queiram ver mais comentários. Como eu sempre digo, quanto mais leitores melhor. Afinal, quem escreve quer ser lido.
No mais, eu gostaria de dizer que o Blogger marca por dia uma média de 100 visualizações de página aqui no blog. Não sei se é um número real ou se ele faz isso apenas para me fazer sentir bem. Mas se for isso mesmo, gostaria de agradecer a todas as pessoas que passam por aqui para ler o que escrevo.
Acho que é isso. Fiquem atentos para amanhã, quando publicarei a lista anual com os melhores e os piores filmes do ano. Aí sim encerro 2012.
Um grande abraço,
Thomás Rodrigues Boeira

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Reconhecimento

Recebi um e-mail do pessoal do belo site Fala Cultura no qual eles me parabenizam pelo trabalho que faço aqui no blog. São palavras muito bacanas e coloco elas aqui no blog, já que é algo que quero compartilhar com vocês.
“Escrever sobre cinema é um desafio. O cinema permite às pessoas experimentar novas vidas, experiências e sensações, sem sair de sua poltrona - porém, cada vez menos pessoas parecem se deixar envolver por esse mundo mágico. Enquanto os sites e blogs dedicados à moda, relacionamento e games, por exemplo, aumentam cada vez mais de público, convencer às pessoas a dedicarem seu tempo a um bom filme constitui um desafio e uma conquista.
Da mesma forma, é difícil destacar-se entre os muitos sites dedicados a cinema, produzindo conteúdo diferenciado. Felizmente, essa é a postura assumida pelo Brazilian Movie Guy: trazer ao leitor um conteúdo rico, que demonstra uma grande paixão pelo universo do cinema. Por isso, você merece toda nossa admiração, por ajudar a espalhar o entusiasmo pela sétima arte.
Estamos escrevendo apenas para reconhecer o seu trabalho, e para desejar um sucesso ainda maior em 2012! Vamos juntos construir uma internet mais cheia de arte, cultura e vida! ;)
Fortes abraços,
da Equipe do Fala Cultura”
Agradeço muito a toda equipe do Fala Cultura. Primeiro por visitar o blog, segundo por escrever o e-mail. Como já falei em outro post, estou sempre buscando melhorar. E e-mails/comentários como esse me motivam a ganhar mais conhecimento e apresentar um conteúdo ainda melhor no Brazilian Movie Guy.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2 Anos de Brazilian Movie Guy

Sempre digo que o tempo passa rápido demais. Pelo menos, os últimos dois ou três anos passaram muito rápido. Parece que foi ontem que criei o Brazilian Movie Guy. No início, este seria um lugar onde eu colocaria as críticas que eu havia começado a escrever. Mas ele acabou se tornando o primeiro passo que dei para trabalhar com cinema, essa arte maravilhosa que amo demais. Começou como brincadeira e virou coisa séria.
Não pensei que poderia ter leitores (poucos, mas ainda assim leitores, e que são muito bacanas), que me interessaria muito por essa área de crítica cinematográfica (carreira que pretendo seguir), que ficaria mais viciado em cinema do que eu já era há dois anos atrás, ou que chegaria a marca de 100 críticas escritas, algo que me impressiona porque eu havia falado ano passado que quase desisti do blog por motivos retardados. Neste momento, me vem à cabeça o episódio das diversas linhas do tempo na magnífica série Community, minha favorita atualmente. O que eu estaria fazendo se eu tivesse desistido?
Mas isso não vem ao caso agora. O blog cresceu muito em 2011, talvez porque eu, Thomás Rodrigues Boeira, ganhei um conhecimento muito grande sobre cinema e sobre a área na qual estou interessado. Devo isso especialmente a duas coisas: a faculdade (comecei a estudar cinema na ULBRA) e o Curso de Teoria, Linguagem e Crítica ministrado pelo Pablo Villaça, crítico e diretor do site Cinema Em Cena, um cara que tenho como ídolo (ter conhecido ele pessoalmente esse ano no curso foi muito legal).
Acredito que o blog tenha tido um alcance um pouco maior em 2011, tendo ganho mais leitores. Fico muito feliz com isso. E peço para aqueles que gostam do Brazilian Movie Guy que ajudem na divulgação. Recomendem o blog para seus conhecidos, curtem a página no Facebook (só clicar no “curtir” ali na lateral do blog). Quanto mais pessoas seguirem melhor.
Acho que agora eu deveria colocar uma lista de pessoas que eu agradeço. Mas não vou fazer isso por que não quero parecer Greer Garson e seu discurso de uma hora de duração no Oscar. E também tenho medo de esquecer alguém. Sendo assim, agradeço a todos que gostam de gastar seu tempo lendo o que eu escrevo.
No post de um ano de blog, falei “Este primeiro ano de blog foi muito bom e espero que o próximo seja ainda melhor”. Bem, acho que 2011 foi mesmo bem melhor. Espero que 2012 seja ainda mais.
Para se juntar a festa, chamei dois personagens que adoro. Espero que não se importem.
Um abraço,
Thomás Rodrigues Boeira

domingo, 29 de maio de 2011

Cena - Pulp Fiction

Recentemente, assisti a um dos meus filmes favoritos mais uma vez: Pulp Fiction, do mestre Quentin Tarantino. Em uma das melhores cenas do filme, há alguns detalhes que achei interessantes e resolvi comentar eles aqui no blog.
Enfim, a cena é aquela na qual Vincent Veja (John Travolta) e Jules Winnfield (Samuel L. Jackson) vão até o apartamento de Brett (Frank Whaley) para pegar a maleta de Marsellus Wallace (Ving Rhames). A cena conta com o grande discurso “Ezequiel 25:17”.
Alguns detalhes que ressaltei são coisas óbvias que são percebidas assistindo ao filme uma vez só, mas ainda assim não podem ser ignoradas.
(00:45) - Jules toca no assunto com Brett (“You remember your business partner Marsellus Wallace, don't you, Brett?”). Nesse momento, Vincent vai para o fundo da sala. Ele fica lá aparentemente sem fazer nada, mas se olharmos a cena com uma visão de cima, Vincent e Jules fecham a área em que estão Brett e seu amigo, Roger (veja o desenho ao lado). Como Marvin é um conhecido de Jules (descobrimos isso mais tarde), ele fica fora da “linha de tiro”.
(00:49) - Aqui há três detalhes. 1º) Como eu disse, Marvin é um conhecido de Jules, além de ser amigo de Brett. Tarantino coloca o garoto entre Jules e Brett, mostrando a imparcialidade na qual ele se encontra. 2º) Tarantino filma essa cena em ângulo baixo, engrandecendo Jules, personagem que está “comandando” o momento. 3º) Tarantino mostra o teto. Geralmente, quando um diretor faz isso, ele quer mostrar que o ambiente é claustrofóbico. Isso Brett e Roger estão sentindo na pele. E reparem que o teto está aparecendo só um pouco, algo que vai mudar mais tarde.
(02:30) – Jules bebe todo o refrigerante de Brett, algo que serve não só como um “Dane-se” para o garoto como também mostra que Jules não está nem aí para ele. Ou seja, ele o matará sem hesitar.
(03:00) – Marvin tenta ajudar os amigos, mas como ele não tem nada a ver com o assunto, Jules grita com ele (“I don't remember askin' you a Goddamn thing!”) e manda um olhar do tipo “Fica na sua!”.
(03:13) – A reação de Brett quando Roger diz onde está a maleta é do tipo “Agora acabou. Nós vamos morrer!”. Ele ainda olha rapidamente para o amigo provavelmente pensando “Por que você não ficou quieto?”.
(03:52) – Agora que já tem em mãos o que foi buscar, Vincent fuma o seu cigarro tranquilamente, esperando o momento de “atacar”.
(04:05) – Brett se levanta para conversar, mas Jules faz sinal para ele se sentar, já que quem está no comando não é o garoto.
(04:46) – Depois que Jules mata Roger, Tarantino mostra o teto muito mais do antes. E Jules também aparece muito maior. Agora o ambiente é muito mais do que claustrofóbico para o pobre Brett, que está apavorado.
Espero que tenham gostado dos detalhes tanto quanto eu.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Tarantino's Mind

Sou um grande fã de Quentin Tarantino. Os filmes dele são alguns dos melhores que já assisti. Sendo assim, resolvi colocar no blog este curta-metragem, estrelado por Selton Mello e Seu Jorge, chamado Tarantino’s Mind.
Achei este curta na internet há cerca de um ano e, recentemente, um de meus colegas na faculdade comentou sobre ele em aula. Dirigido e roteirizado por 300ml, Tarantino’s Mind traz dois caras que começam a discutir sobre os filmes de Tarantino e as ligações que um tem com o outro. Logo, o objetivo do curta é mostrar que todas as obras do diretor são apenas um filme dividido em várias partes.
É claro que isso é apenas uma ficção, mas a criatividade do roteiro chama muito a atenção. Além de ser um curta inteligentíssimo, é também muito divertido. É algo que todos os fãs de Quentin Tarantino precisam assistir.

sábado, 26 de março de 2011

Confusões, Confusões, Confusões...

Às vezes, quando assisto a um filme, penso no trabalhão que seus realizadores devem ter tido para fazê-lo. A verdade é que fazer um filme é sempre um pouco difícil. Mas alguns filmes conseguem ultrapassar todos os limites, sendo quase surpreendente que eles tenham ficado prontos. Brigas, erros no cenário, desentendimentos entre os membros da equipe. Tudo pode fazer com que a produção de um filme se torne mais difícil do que deveria ser.
Vejamos alguns filmes que tiveram suas filmagens bem tumultuadas:
Blade Runner: O Caçador de Androides (1982), de Ridley Scott
As filmagens de Blade Runner foram cheias de desentendimentos. Harrison Ford (no auge da carreira com os filmes de Star Wars e Indiana Jones) não se dava bem nem com o diretor Ridley Scott e nem com sua parceira em cena, a atriz Sean Young. Young comentou que os dias mais felizes de Ford no set foram os últimos, quando as filmagens estavam quase terminando.
Ridley Scott se desentendeu com vários outros membros da equipe. Um jornal britânico perguntou para o diretor se era melhor filmar com equipes inglesas ou equipes americanas. Ele respondeu que as inglesas eram melhores porque ele pedia algo e o pessoal só falava “Yes, guv’nor” (“Sim, chefe”) e iam fazer. A resposta da equipe de Blade Runner veio através de uma camiseta com os escritos “Yes gov’nor my ass!” (“Sim chefe é o c...”). Scott respondeu isso com outra camiseta que dizia “Xenophobia sucks” (“Xenofobia é uma droga”). O episódio ficou conhecido como “Guerra das Camisetas”.
E as confusões não param por aí. No primeiro dia de filmagens, Ridley Scott viu erros no cenário que tiveram de ser corrigidos imediatamente. O diretor de fotografia Jordan Cronenweth não estava bem de saúde, então não tinha o mesmo pique que Scott para certas cenas. E as filmagens chegaram a ficar vários dias atrasadas.
Hoje, Blade Runner é considerado uma obra-prima e serviu de influência para vários filmes, como Matrix.
Apocalypse Now (1979), de Francis Ford Coppola
As filmagens de Apocalypse Now são a definição perfeita de “Inferno”. Originalmente, eram para ter durado apenas seis semanas, mas acabaram durando dezesseis meses. A produção deste filme foi tão torturante para Francis Ford Coppola que ele ameaçou cometer suicídio.
A começar por Marlon Brando, que apareceu no set sem ter lido o livro no qual o filme é baseado (Heart of Darkness, de Joseph Conrad), não sabia as suas falas e estava muito acima do peso. Para um ator que é lembrado como o melhor de todos os tempos isso é muita falta de responsabilidade. Coppola teve de filmar Brando no meio de sombras, para que ele não parecesse tão gordo.
O protagonista Martin Sheen teve um infarto enquanto filmava sua cena inicial, em que está no quarto e dá um soco no espelho (algo que ele fez de verdade). Um furacão destruiu alguns sets, causando um atraso nas filmagens. O orçamento do filme estourou. No fim das filmagens, Coppola tinha cerca de 230 horas de filme para editar e montar.
Todo o sofrimento de Coppola e as dificuldades em fazer Apocalypse Now são mostrados no documentário Francis Ford Coppola: O Apocalipse de Um Cineasta, de 1991.
Sim, as filmagens de Apocalypse Now foram um inferno. Mas foi um inferno que valeu a pena, já que o filme é um dos melhores já feitos.
O Exorcista (1973), de William Friedkin
Um dos sets pode até ter pegado fogo (de forma inexplicável), mas as filmagens de O Exorcista entraram nesta postagem porque nove membros da equipe técnica faleceram durante a produção do filme, alguns de causas até hoje consideras estranhas. Na época disseram, é claro, que o filme estava amaldiçoado.
São fatos que só ajudam a aumentar a fama de “filme mais assustador de todos os tempos” que O Exorcista carrega há 38 anos.
Alien 3 (1992), de David Fincher
Em seu primeiro filme, David Fincher não teve liberdade alguma para realizá-lo. Os produtores interferiram muito no trabalho do diretor. Isso chegou ao ponto de Fincher ser proibido de filmar uma cena crucial para o filme, mas ele pegou a câmera e gravou a cena mesmo assim.
Por isso, Fincher diz que Alien 3 não foi dirigido por ele. Logo depois que as filmagens terminaram, o diretor abandonou a produção. Se os produtores do filme soubessem o grande diretor que eles tinham em mãos, as coisas poderiam ter sido diferentes.
O Corvo (1994), de Alex Proyas
Uma tragédia aconteceu durante as filmagens: Brandon Lee, a grande estrela do filme, morreu. Uma das cenas envolvia Eric Draven (personagem de Lee) levando um tiro. Mas uma confusão com a arma acabou deixando ela carregada com um projétil de verdade. O tiro matou Lee na hora.
Várias cenas de O Corvo ainda estavam pendentes, e um dublê foi usado para filmá-las. Uma das cenas era o reencontro de Eric Draven com sua amiga Sarah (interpretada por Rochelle Davis). A atriz ficou muito mal em ter de voltar ao set para filmar aquela cena. Depois disso, ela nunca mais atuou.
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As filmagens destes filmes podem ter sido dificílimas, mas o resultado foram obras muito boas (com exceção de Alien 3, que não assisti e, portanto, não posso opinar). Se alguém lembrar de outros filmes que tiveram filmagens difíceis, coloque nos comentários. Seria uma grande ajuda.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Um Ano de Brazilian Movie Guy

Uau!!! Já faz um ano da existência do Brazilian Movie Guy. O tempo passou muito rápido. Parece que foi ontem que o criei para ter um lugar onde colocar as críticas que eu recém havia começado a escrever.
Vou ser sincero, pensei em desistir do blog entre os meses de fevereiro e março, tanto que não postei absolutamente nada nesses meses. Ele tinha algumas falhas técnicas que me desanimavam. Mas quando aprendi a mexer nele e corrigi tais falhas, me animei bastante. Pouco tempo depois o Brazilian Movie Guy já estava saindo em uma revista e eu conheci pessoas e blogs muito bacanas.
Este primeiro ano de blog foi muito bom e espero que o próximo seja ainda melhor. Obrigado a todos que seguem o Brazilian Movie Guy.
Um abraço,
Thomás R. Boeira

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Prêmio Dardos

Meu amigo Clenio Viegas, dos ótimos blogs Lenny's Mind e Um Filme Por Dia, me presenteou com este belíssimo selo Dardos. As regras são essas:
1 - Exibir a imagem do selo no blog;
2 - Linkar o blog pelo qual recebeu a indicação;
3 - Escolher outros blogs para receber o Prêmio Dardos;
4 - Avisar os escolhidos.
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Esses são os blogs que indico:
1 - Guamundo
2 - Dimensão Cinema
3 - Um Blog, Muitos Pensamentos
4 - Filmes Sem Pipoca
Mais uma vez, muito obrigado Clenio. Seus blogs já estão linkados!

sábado, 24 de julho de 2010

Estamos ficando famosos

Há alguns meses, o crítico Pablo Villaça, do site Cinema em Cena, respondeu um e-mail que enviei. Ele elogiou o modo como escrevo e me desejou boa sorte na carreira.
Se eu ainda tinha alguma dúvida de que o meu blog estava bom, essa dúvida acabou na quinta-feira (22/07).
Neste dia fui ao cinema assistir Encontro Explosivo (a crítica já está postada). No caminho, comprei a nova edição da Revista Preview, algo que faço todo mês. Entro na sala do cinema e começo a folhear a revista despretensiosamente. Começo a ler a sessão de cartas e...
Bem, as imagens abaixo dizem tudo:
Acho que os caras da revista não ajudariam na divulgação de uma porcaria. No momento que vi meu nome, a vontade que eu tinha era de imitar Leonardo DiCaprio em Titanic e gritar no cinema: “I’m the king of the world”. Mas sou um cara muito tímido, então me contive.
Não podia ter saído em edição melhor, já que a revista deste mês tem uma ótima reportagem do filme que mais quero assistir: A Origem, do meu diretor favorito, Christopher Nolan. O filme estreia no dia 6 de agosto.
Como eu já escrevi em uma postagem do mês de abril, a Revista Preview virou o meu novo referencial sobre cinema. É uma ótima revista, com reportagens muito boas.
Quero agradecer a toda a equipe da Revista Preview por me ajudar na divulgação do blog. Muito obrigado mesmo!
Agora é esperar e ver se mais pessoas vão acompanhar o Brazilian Movie Guy. Para eu saber disso, por favor, comentem os filmes e digam se estou fazendo um bom trabalho. Preciso saber disso porque estou decidido a seguir carreira nessa área, pelo menos por um tempo. Portanto, continuem acompanhando e sejam os meus críticos.
Obrigado a todos!

domingo, 13 de junho de 2010

Sala Redenção - UFRGS

Senhoras e senhores, agora vou falar sobre algo muito legal: a sala de cinema da UFRGS. A maioria das pessoas que conheço não sabem que essa sala existe. Até o mês passado, nem eu sabia.
A Sala Redenção é um lugar muito interessante. É uma sala de cinema como qualquer outra, só que a sua programação não é composta de lançamentos, mas de filmes cultuados. Para se ter uma idéia, no mês de maio rolou um especial sobre o mestre do suspense Alfred Hitchcock, em que foram exibidos vários de seus filmes. Infelizmente, só consegui assistir a 39 Degraus, de 1935, mas já valeu a pena.
Agora em junho, mês dos namorados, estão sendo exibidos filmes que falam sobre o amor. Semana passada fui assistir ao divertido Alta Fidelidade, filme de 2000 estrelado por John Cusack e dirigido por Stephen Frears. Vão ser exibidos ainda este mês clássicos como A Um Passo da Eternidade (1953), de Fred Zinnemann, e Jules e Jim – Uma Mulher Para Dois (1962), de François Truffaut.
Outra coisa interessante é que todo mês ocorre uma enquete no site do Departamento de Difusão Cultural (que cuida da sala), em que nós podemos escolher que filme queremos assistir. Este mês podemos escolher entre três filmes do mestre Tim Burton.
A pessoa que vai assistir a um filme na Sala Redenção sai ganhando em dobro, pois tem a garantia de que irá ver um bom filme e não pagará nada por isso, porque a entrada é franca. É uma das várias salas de cinema em Porto Alegre que são pouco visitadas, mas que nos proporcionam uma experiência única.
Para mais informações sobre a sala e sua programação, visite o site: http://www.difusaocultural.ufrgs.br/

domingo, 3 de janeiro de 2010

Avatar bate marca de 1 bilhão em bilheterias

Acabo de testemunhar um verdadeiro recorde. Avatar, novo filme de James Cameron, bateu a marca de 1 bilhão de dólares em bilheterias no mundo todo. Eu não me surpreendo com este fato, afinal outros quatro filmes conseguiram este feito: Titanic (do próprio Cameron), Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, Piratas do Caribe: O Baú da Morte e, meu filme favorito, Batman: O Cavaleiro das Trevas. O que me surpreende é que Avatar conseguiu isso em 17 DIAS. Assim que soube disso, eu me perguntei: “COMO?”.
A resposta não foi muito difícil de descobrir, e pra ficar mais fácil, vou colocar em tópicos:
1º) Havia uma expectativa muito grande por trás de Avatar, por ser o primeiro filme de James Cameron depois de 12 anos, desde o grande sucesso de Titanic.
2º) Vale dizer que ele já tinha ótimos sucessos de bilheteria no currículo, como os dois primeiros Exterminador do Futuro, True Lies e Aliens: O Resgate (seqüência de Alien: O 8º Pasasageiro), ou seja, ele tem uma legião de fãs que acompanha seu trabalho e estava ansiosa pela estreia de Avatar.
3º) O filme foi lançado em vários cinemas, incluindo salas 3D, IMAX e IMAX 3D (nestas salas, o ingresso é mais caro).
4º) Não tem público alvo específico. Crianças, adultos e adolescentes viram este filme, e não foram atraídos por um elenco de estrelas, mas sim pela história original, cheia de efeitos especiais inovadores, ou seja, Avatar é filme para se ver no cinema e não em DVD.
5º) É um filme brilhante.
E olha que não parou por aí. O filme ainda vai arrecadar muito nas próximas semanas. O reinado de doze anos de Titanic no topo das bilheterias está ameaçado.